Kapui Brother bordadeiras eletronicas
WWF-Brasil. Cuidando do ambiente onde o bicho vive. O bicho-homem.
UM BRASIL DE EMPREENDEDORES

 
Não resta dúvidas, o Brasil é uma peça chave no mercado global, suas peculiaridades de oferta e demanda o coloca entre os maiores consumidores do mundo e o colocará, também, entre os maiores fornecedores. O Brasil possui uma riqueza sem igual, pessoas.
“A conquista da riqueza gera a prosperidade para o povo; até o território sem liderança pode chegar à ordem, se seu povo tem a prosperidade.”
Kauthilya, em A Arte da Riqueza
- E, os outros países não têm pessoas?
- Claro que tem, mas o povo brasileiro é singular. O brasileiro é habituado a instabilidade, vivendo constantemente num ambiente de crise.

“Escrita em chinês, a palavra “crise” é composta por dois caracteres – um representa perigo, e o outro representa oportunidade.” John F. Kennedy
Estas pessoas estão muito mais preparadas para mudanças do que a grande maioria da população mundial. Alie-se a isto o fato de que, no Brasil, 98% da população possui percepção predominantemente cinestésica, o que eqüivale dizer que estão muito mais ligados às sensações e a maior facilidade de relacionamento interpessoal, grande desafio do mundo globalizado. Mais de 70% dos grandes gênios da humanidade possuíam ou possuem percepção cinestésica como predominante. O brasileiro não fica parado frente às adversidades. Ele faz uso de sua genialidade, o que explica porque o Brasil é considerado o país do empreendedorismo.

O desempenho errático da economia nas décadas de setenta até noventa pôs à prova a capacidade de empreender dos brasileiros. Apesar de, na maioria dos casos, a empreitada não surtir os resultados esperado, e até por isso, o povo brasileiro vem auferindo merecido destaque junto à grandes empresas do mundo todo, pois possui a capacidade de “levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima”. Da Revista Época - Edição 152 de 16/04/2001

Não é por acaso que o Brasil é o país que cria o maior número de empresários por ano. Três décadas de inflação nas alturas, meia dúzia de planos econômicos e sucessivas trocas de moeda forçaram o brasileiro a um permanente exercício de criatividade, cujo resultado foi a larga prática em negociar mesmo quando o ambiente econômico é adverso. “Ele está pronto para se adaptar a qualquer situação”, diz Carlos Ghosn, presidente mundial da Nissan. Controlada pela Renault, é a segunda maior montadora do Japão. Henrique Meirelles, de 55 anos, presidente mundial do BankBoston, concorda: “A experiência numa economia como a do Brasil pode até não ser determinante para a ascensão na carreira de um bom executivo. Mas, ajuda muito”. Ambos fazem parte de um time crescente de executivos brasileiros no comando de empresas internacionais.

“Um mar tranqüilo nunca desenvolve um marinheiro habilidoso.”
Provérbio chinês antigo.
Um exemplo claro deste fato é o caso de David de Mendonça Portes. Há anos ele perdeu o emprego de motorista. Sem dinheiro, comprou alguns doces para vender na movimentada esquina das avenidas Presidente Wilson e Antônio Carlos, no Centro do Rio. Quase duas décadas depois continua no mesmo lugar. Mas o tabuleiro cresceu. David prospera com dois celulares e um orelhão perto da banca. Faz promoções inusitadas e tem um elevado faturamento. David ganhou notoriedade por sua criatividade e hoje se dedica a fazer palestras por todo o Brasil.
“O indivíduo bem-sucedido exerce o domínio sobre si mesmo.”
Kauthilya, em A Arte da Riqueza.
Empreendedores, a principal matéria-prima dos novos tempos e que o Brasil dispõe em grande quantidade. Enquanto o mundo tenta decidir entre especialistas e generalistas, o Brasil está produzindo empreendedores ou especialistas-generalistas.
São profissionais que “sentem” o mercado e são moldados em ambientes de instabilidade. São pessoas ávidas por desafios. O profissional empreendedor tem um perfil de solucionador de problemas e não de criador de casos.
Tem mais valor no mercado o profissional que faz acontecer. Fechar negócios lucrativos, encontrar soluções criativas, gerar diferenciação e crescimento, isto é o que as organizações esperam das pessoas que fazem. Esta percepção é a consciência de que é preciso fazer e acontecer, gerar resultados. É, também, a consciência de que fatores externos podem e vão influenciar em qualquer plano lógico de atuação, mas que boa parte depende do seu trabalho. O profissional, com este modo de pensar, sabe que além de possuir uma visão aprofundada sobre a sua área de atuação, precisa manter os horizontes abertos a tudo aquilo que pode de alguma forma estar relacionado a essa área de atuação e se aventura em outras áreas, como hobby ou complemento, sem perder o seu foco. A melhor escola para estes profissionais é o Brasil.“Uma mente não utilizada devora a si mesma.”
Gore Vidal
A falta de conhecimento, contudo, é o grande desafio de conteúdo programático desta escola. Prova disto é que, no início deste século, o Brasil é o campeão de falências entre os países do globo terrestre, justamente por falta de conhecimento. Todavia, utilizar a imaginação é uma vantagem competitiva muito grande e como já foi descrito acima, o brasileiro está propenso a utilizar esta capacidade.“A imaginação é mais importante do que o conhecimento.”
Albert Einstein
O brasileiro é capaz de sentir o que cliente sente, pensar como o cliente pensa e tratar o cliente como ele gosta de ser tratado.
 
Abração de coração e muitos momentos mágicos em sua vida!
 
*Prof. Márcio B. Miranda
Consultor e Conferencista de renome nacional
www.profmarcio.com.br
 
Pesquisa personalizada

Copyright (c) 2009 Kapuí - comércio e prestação de serviços Ltda

Bordadeiras Eletrônicas Brother | Bordadeira PE700II | Bordadeiras Eltrônicas NV1500 & NV4000 | Máquina para bordado computadorizada PR620
Linhas para bordar | Entretelas para bordados | Camisetas lisa para bordados